Mulher infarta?

08/03/2018 | 03:16

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Célia Maria Dias, professora universitária, sempre achou que somente o homem infarta. Vinda de uma família longeva (sua mãe faleceu com mais de 90 anos), praticante de atividade física, trabalhadora e mãe, ela pensou que jamais isso poderia acontecer com ela. Até que em 2014, dançando (uma de suas paixões) durante a apresentação de uma tese sobre a dança como fator de saúde, ela sentiu as primeiras dores no peito, uma pressão angustiante. As amigas vierem confortá-la, sugeriram florais, exercícios respiratórios, mas a dor não passava. Somente à meia noite daquele dia, depois de horas de sofrimento, ela deu entrada na emergência do hospital. O infarto foi confirmado horas depois. Por ter demorado tanto para recorrer ao médico, ela correu um grande risco.

Nessa entrevista ao cardiologista Roberto Kalil Filho, ela conta sua história, que é um alerta: “as mulheres infartam, sim, e, depois do infarto, devem redobrar os cuidados com o coração, para toda a vida”, diz o médico.

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